segunda-feira, 23 de março de 2015

Vaccari, tesoureiro do PT, Duque e 25 se tornam réus por lavagem e quadrilha

João Vaccari Neto, tesoureiro do PT.
João Vaccari Neto, tesoureiro do PT.
A Justiça Federal aceitou nesta segunda-feira (23) a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT), João Vaccari Neto, e contra o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato de Souza Duque.

Ambos e mais 25 pessoas - também denunciadas pelo MPF - se tornaram réus diante da Justiça Federal sob a acusação de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

O MPF apresentou a denúncia na segunda-feira (16), dia em que a 10ª fase da Operação Lava Jato foi deflagrada. Foi nesta fase que Duque foi detido pela segunda vez. O pedido de prisão foi motivado por movimentações financeiras realizadas pelo ex-diretor em contas bancárias do exterior.

IBICARAI REALIZA A 15ª SEMANA ESPÍRITA







domingo, 22 de março de 2015

A CRISE ACONTECE

A CRISE ACONTECE
 
Emmanuel
 
                      É um momento infalível na existência de cada um.

          A pessoa, bastas vezes, se acredita realizada, por haver concretizado aspirações que lhe pareciam demasiado altas, entretanto, o teste espiritual de confiança aparece de improviso.

          É o parente que fraquejou em obrigações assumidas, comprometendo a tranquilidade de todo o grupo familiar; a moléstia com gravidade imprevista; o afastamento de afeições das mais queridas ou a desencarnação de um ente amado...
          Nessas ocorrências, surge o momento de exame em que as nossas aquisições da vida íntima se fazem avaliadas.
          Diante desses testemunhos, alguns companheiros se desmandam na revolta ou se acomodam com a rebeldia, fugindo habitualmente para aventuras infelizes, adquirindo débitos de resgate difícil.

          Outros, porém, usam a coragem e a serenidade e aceitam as tribulações que os procuram, nelas reconhecendo valiosos fatores que os impelem à própria renovação.

          Quando te encontrares assim, numa hora grave e áspera, em que todas as vantagens que adquiriste no tempo te parecerem arrastar para o sofrimento, não desesperes, nem desanimes.

          Confia em Deus e segue para diante.

          Se reconheces a força do amparo mútuo, auxilia aos companheiros em provação, tanto quanto puderes, a fim de que o apoio alheio não te esqueça no dia de tuas próprias dificuldades.

          Ainda que os amigos de outro tempo não te reconheçam em teus dias de inquietação, Deus te vê, provendo-te de recursos, segundo as tuas necessidades.

          Na atualidade terrestre, o homem se previne contra a carência de valores alimentícios, estocando gêneros de primeira utilidade; defende as estradas, afastando o risco de acidentes ou promove a vacinação, frustrando o surto de epidemias.

          Pensando nisso, entendamos o imperativo de exercitarmos fortaleza e compreensão, paciência e solidariedade, porque, de modo geral, em todas as existências do mundo, surge o dia em que a crise acontece.
 
Livro: Paciência – Emmanuel – Chico Xavier
Sérgio Rocha Repórter

SUA VOZ É NOSSA VOZ. JORNALISMO SÉRIO, VOLTADO PARA O POVO.

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Deputado do DEM quer que ministério público peça prisão preventiva de Lula

DEPUTADO DO DEM QUER QUE 

MINISTÉRIO PÚBLICO PEÇA PRISÃO 

PREVENTIVA DE LULA


O deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA) subiu o tom das críticas e defendeu que o Ministério Público deve pedir a prisão preventiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por, segundo ele, estar “atrapalhando” as investigações da operação Lava Jato.
“Quem com porcos se mistura farelo come. E Lula criou um chiqueiro na Petrobras. Por isso, não tem cabimento estarem soltos o ex-diretor [da Petrobras] Renato Duque, o tesoureiro João Vaccari Neto e o próprio Lula. Eles estão atrapalhando a investigação”, disse Aleluia.
O deputado disse ainda que o MP deve estender as denúncias ao governador Rui Costa (PT), o ex-governador Jaques Wagner (PT), o ex-presidente da Petrobras Sergio Gabrielli, e até a presidente Dilma Rousseff. “Não dá pra ficar com o sentimento de que quem vai para a cadeia são os achacados e nunca os achacadores”, afirmou.
A presença do ex-presidente Lula na CPI da Petrobras, que será instalada nesta semana na Câmara, foi defendida por deputados e senadores da oposição. Entre os motivos alegados pelos congressistas está o fato de representantes de empreiteiras envolvidas na operação Lava Jato terem procurado o ex-presidente para evitar o colapso econômico das empresas. Nesta sexta-feira, o Ministério Público Federal do Paraná pediu o ressarcimento de R$ 4,47 bilhões de seis empresas envolvidas no esquema de corrupção na Petrobras.
“São coisas que se conectam com a pressão sobre o ministro da Justiça, que recebeu advogados (dos executivos das empreiteiras) fora das agendas oficiais. Há todo um ambiente de pressão sobre o poder Judiciário, seja na primeira instância ou no âmbito do Supremo Tribunal Federal. É uma estrutura sendo movimentada com o intuito de abafar o caso”, defendeu o líder do DEM na Câmara, deputado Mendonça Filho (PE).
 
Fonte: Folha Política

A HISTÓRIA DE BELO MONTE


A HISTÓRIA DE BELO MONTE, 
OU COMO E ONDE APENAS UMA CONSTRUTORA 
PAGOU PROPINA DE R$100 MILHÕES 
(IMAGINEM AS DEMAIS CONSTRUTORAS)
 
Enviado por Míriam Leitão e Alvaro Gribel - 
COLUNA NO GLOBO

O que faltava

Quem se interpôs entre a presidente Dilma e a sua vontade férrea de fazer a hidrelétrica de Belo Monte perdeu o cargo ou ficou falando sozinho. Para que saísse a licença ambiental, foram despachadas ordens diretas do Palácio do Planalto. Ponderações dos técnicos foram ignoradas. O Ibama foi atropelado. Relatórios de especialistas do próprio governo foram deixados de lado.
O debate em torno da hidroelétrica mais controversa do país foi silenciado porque o governo não quis ouvir ninguém. No dia do leilão, ouvi especialistas em várias áreas. Havia um rio de dúvidas, como escrevi. O governo não quis que houvesse um consórcio só e fez outro, às pressas, empurrando estatais e fundos de pensão com algumas empreiteiras para formar um outro grupo, e foi esse que venceu. Foi tudo tão improvisado que a empreiteira Queiroz Galvão, que estava no consórcio, saiu dele logo após vencer. Era a primeira vez que se ouvia que uma empreiteira saía do consórcio que acabava de vencer.
Havia estatais nos dois consórcios que disputaram o leilão, realizado apesar de todas as dúvidas e questionamentos a seis meses das eleições. O governo garantia que a obra ficaria em R$ 19 bilhões. Escrevi neste espaço que o preço final seria no mínimo R$ 30 bilhões, porque esse era o número que as empreiteiras admitiam que de fato custaria. Hoje, o consórcio empreendedor argumenta que foram alguns imprevistos e a inflação que elevaram o custo. Não é verdade, todos eles sabiam que a obra ficaria nesse preço, e isso eu ouvi de mais de uma empresa envolvida no projeto.
No começo de 2010, foi um atropelo só. Técnicos do Ibama disseram que não tinham condições de avaliar a viabilidade ambiental. Uma reunião na Casa Civil no dia 7 de janeiro determinou que fosse dada a licença. Três diretores se demitiram. Os técnicos continuaram afirmando que não tinham condições de dar o documento. Mesmo assim, ele foi concedido no dia primeiro de fevereiro. Publiquei aqui essa troca de mensagens.
O Ministério Público fez várias perguntas ao BNDES em março de 2010, e ele respondeu que desconhecia detalhes do projeto. Era o grande financiador de uma obra que seria licitada em pouco mais de três meses e mesmo assim admitia desconhecimento.
Tudo foi ignorado: documentos de cientistas fazendo os mais variados alertas de que os riscos não estavam dimensionados, de que o regime hídrico mudaria durante a vida útil da usina, de que não fora possível avaliar o volume de sedimentos do rio, nem o impacto do canal de 100 quilômetros que seria construído, ou os avisos de que não se avaliara devidamente os riscos para os indígenas.
A obra foi feita da forma mais autoritária que já se viu na democracia. Aliás, nem a ditadura quis enfrentar esses riscos, e a obra projetada foi adiada. Havia dúvidas razoáveis sobre a vantagem de fazer uma hidrelétrica deste tamanho em um rio cuja vazão oscila muito. É falsa a informação tão insistentemente propagada de que ela é uma hidrelétrica de 11 mil megawatts. Na verdade, ela produzirá, em média, 4 mil megawatts, exatamente por essa oscilação. Os técnicos suspeitam que haverá meses em que ela não vai conseguir gerar muito mais que mil megawatts.
A obra tinha muitas objeções técnicas de várias áreas, mas, além disso, tinha-se o temor de que ela fosse encarecendo ao longo do processo. Foi exatamente isso que aconteceu. Mesmo quem era favorável ao projeto reclamava da maneira atropelada com que foram estabelecidos os parâmetros, dadas as licenças, montada a engenharia financeira. Por fim, ainda foi feita uma licitação em que, diante do temor de haver apenas um consórcio, o governo fabricou outro.
Hoje, tudo isso é matéria vencida, o projeto está sendo construído, já custa muito mais do que o governo disse que custaria, houve conflitos entre índios, foram desrespeitadas condicionantes, e a obra está atrasada.
De qualquer maneira, é bom lembrar que os que não foram ouvidos estavam certos, principalmente quando circula a informação de que os principais dirigentes da Camargo Corrêa admitiram que pagaram R$ 100 milhões ao PT e ao PMDB pela hidrelétrica de Belo Monte. Era só o que faltava, mas que sempre se temeu que houvesse.

COMANDANTE DO 63ª CIA. INDEPENDENTE DE PM DEIXA A SUA MARCA


Esposa e Comandante da 63ª CIPMI,
Major Waldilson Cerqueira,
acompanham o Monsenhor Sebastião Bezerra
abençoar o novo espaço.
Oficiais assistem atentos a Benção
Cel. Idelfonso, Lula Sampaio, Ceone e o Pastor
Gerentes de Bancos, Vereadores e convidados
Momento em que a Placa é descerrada
Major Waldilson Cerqueira, sendo cumprimentado
pelos Oficiais e Autoridades.
Major Waldilson Cerqueira, entrega diversos
Certificados a subalternos,
empresários, presidentes de entidades e
trabalhadores que tornaram o sonho realidade
O Ten. Gonçalves recebeu o Certificado
como responsável pela obra
desde a sua concepção até a conclução
Rosana, Waldyr Montenegro, Maj. Waldilson,
Cap. Brito e Profº. Rosalvo
Placa de inauguração

                        O Comandante da 63ª CIPMI, Major Waldilson Cerqueira,
              deixa a sua marca com a inauguração do espaço que se destina a 
                     convivência harmônica e fraternal da família militar junto 
                           à comunidade Ibicaraiense, estreitando os laços, 
                           promovendo a paz e fortalecendo os pilares que 
                                           sustentam a ordem social.

                                   Parabéns Major Waldilson Cerqueira, 
                                   e que Deus continue lhe protegendo 
                                                    e amparando.


sábado, 21 de março de 2015

VOVÓ DE ZURIQUE, MANDA BEIJO PARA NETA EM IBICARAÍ



Luna Aurora
Vovó Juvanete de Jesus
Vovó Juvanete de Jesus, "Neguinha" para os íntimos

                    Nossa amiga Juvanete de Jesus, "Neguinha" para os íntimos,
                      mandou diretamente de Zurique, na Suiça, um grande beijo 
                   para sua neta Luna Aurora, filha de Ludmily Cristina de Jesus 
                              e de Maique,  pela passagem do seu aniversário, 
                                         ocorrido no dia 15 de março de 2015.

              "Neguinha" morou 18 anos na Itália e hoje, mesmo morando na Suiça
                           sente muita saudade do Brasil e de nossa feijoada.

                                 Parabéns Luna Aurora e muitas felicidades.



quarta-feira, 18 de março de 2015

Reprovação de Dilma dispara e chega a 62%, aponta Datafolha.

BLOG DO JM » Últimas Notícias » Arquivo » Reprovação de Dilma dispara e chega a 62%, aponta Datafolha.
No início de fevereiro, a avaliação ruim/péssima de Dilma estava em 44%.
No início de fevereiro, a avaliação ruim/péssima de Dilma estava em 44%.
A avaliação ruim/péssima do governo da presidente Dilma Rousseff disparou em março e atingiu 62%, mostrou nesta quarta-feira pesquisa Datafolharealizada nos dias seguintes aos protestos gigantes contra o governo. No início de fevereiro, a avaliação ruim/péssima estava em 44%.

É a mais alta taxa de reprovação de um mandatário desde setembro de 1992, véspera do impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello, que era de 68%.

A nova sondagem, realizada segunda e terça-feiras, mostrou ainda que os que consideram o governo Dilma ótimo/bom caíram para 13%, contra 23% no levantamento anterior.

Foram ouvidas 2.842 pessoas, em 172 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

Do -  jornaldamidia.com.br

INAUGURAÇÃO DO ESPAÇO DE CONFRATERNIZAÇÃO DA FAMÍLIA 63


terça-feira, 17 de março de 2015

O PODER EXECUTIVO DE IBICARAÍ DESRESPEITA O USO DA BANDEIRA NACIONAL


Bandeira Nacional
No dia 7 de junho de 2014, publiquei algumas fotos onde mostrei a Bandeira Nacional hasteada nos postes de iluminação de Ibicaraí de forma incorreta, desrespeitando a Lei nº. 5.700, de 1 de setembro de 1971.

Naquela ocasião, entendemos e compreendemos o momento que o Brasil estava vivenciando, com a realização da Copa do Mundo em nosso País, e da empolgação da torcida nacional em prol de nossa querida Seleção Brasileira.

A Copa acabou, a Seleção foi vergonhosamente eliminada, mas as Bandeiras continuam nos postes da entrada e das principais avenidas da cidade. 

O que imploramos ao Poder Executivo, que tenha um mínimo de respeito para com um dos nossos Símbolos, a Bandeira Nacional, solicitando aos seus funcionários a retirada imediata dos farrapos de Bandeiras que ainda resistem aos 9 meses de exposições ininterruptas sob as intempéries do tempo.

Qualquer semelhança com o desgaste do governo Federal, com a enxurrada de denuncias de corrupções é mera coincidência.




Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

Dispõe sobre a forma e a apresentação dos Símbolos Nacionais, e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

CAPÍTULO III
Da Apresentação dos Símbolos Nacionais
SEÇÃO I
Da Bandeira Nacional
Art. 10. A Bandeira Nacional pode ser usada em todas as manifestações do sentimento patriótico dos brasileiros, de caráter oficial ou particular.
Art. 11. A Bandeira Nacional pode ser apresentada:
I - Hasteada em mastro ou adriças, nos edifícios públicos ou particulares, templos, campos de esporte, escritórios, salas de aula, auditórios, embarcações, ruas e praças, e em qualquer lugar em que lhe seja assegurado o devido respeito;
II - Distendida e sem mastro, conduzida por aeronaves ou balões, aplicada sôbre parede ou prêsa a um cabo horizontal ligando edifícios, árvores, postes ou mastro;
III - Reproduzida sôbre paredes, tetos, vidraças, veículos e aeronaves;
IV - Compondo, com outras bandeiras, panóplias, escudos ou peças semelhantes;
V - Conduzida em formaturas, desfiles, ou mesmo individualmente;
VI - Distendida sôbre ataúdes, até a ocasião do sepultamento.
Art. 12. A Bandeira Nacional estará permanentemente no tôpo de um mastro especial plantado na Praça dos Três Podêres de Brasília, no Distrito Federal, como símbolo perene da Pátria e sob a guarda do povo brasileiro.
§ 1º A substituição dessa Bandeira será feita com solenidades especiais no 1º domingo de cada mês, devendo o novo exemplar atingir o topo do mastro antes que o exemplar substituído comece a ser arriado.
§ 2º Na base do mastro especial estarão inscritos exclusivamente os seguintes dizeres:
Sob a guarda do povo brasileiro, nesta Praça dos Três Podêres, a Bandeira sempre no alto.
- visão permanente da Pátria.
Art. 13. Hasteia-se diàriamente a Bandeira Nacional:
Art. 13.  Hasteia-se diariamente a Bandeira Nacional e a do Mercosul: (Redação dada pela Lei nº 12.157, de 2009).
I - No Palácio da Presidência da República e na residência do Presidente da República;
II - Nos edifícios-sede dos Ministérios;
III - Nas Casas do Congresso Nacional;
IV - No Supremo Tribunal Federal, nos Tribunais Superiores e nos Tribunais Federais de Recursos;
IV - No Supremo Tribunal Federal, nos Tribunais Superiores, nos Tribunais Federais de Recursos e nos Tribunais de Contas da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; (Redação dada pela Lei nº 5.812, de 1972).
V - Nos edifícios-sede dos podêres executivo, legislativo e judiciário dos Estados, Territórios e Distrito Federal;
VI - Nas Prefeituras e Câmaras Municipais;
VII - Nas repartições federais, estaduais e municipais situadas na faixa de fronteira;
VIII - Nas Missões Diplomáticas, Delegações junto a Organismo Internacionais e Repartições Consulares de carreira respeitados os usos locais dos países em que tiverem sede.
IX - Nas unidades da Marinha Mercante, de acôrdo com as Leis e Regulamentos da navegação, polícia naval e praxes internacionais.
Art. 14. Hasteia-se, obrigatòriamente, a Bandeira Nacional, nos dias de festa ou de luto nacional, em tôdas as repartições públicas, nos estabelecimentos de ensino e sindicatos.
Parágrafo único. Nas escolas públicas ou particulares, é obrigatório o hasteamento solene da Bandeira Nacional, durante o ano letivo, pelo menos uma vez por semana.
Art. 15. A Bandeira Nacional pode ser hasteada e arriada a qualquer hora do dia ou da noite.
§ 1º Normalmente faz-se o hasteamento às 8 horas e o arriamento às 18 horas.
§ 2º No dia 19 de novembro, Dia da Bandeira, o hasteamento é realizado às 12 horas, com solenidades especiais.
§ 3º Durante a noite a Bandeira deve estar devidamente iluminada.
Art. 16. Quando várias bandeiras são hasteadas ou arriadas simultâneamente, a Bandeira Nacional é a primeira a atingir o tope e a ultima a dêle descer.
Art. 17. Quando em funeral, a Bandeira fica a meio-mastro ou a meia-adriça. Nesse caso, no hasteamento ou arriamento, deve ser levada inicialmente até o tope.
Parágrafo único. Quando conduzida em marcha, indica-se o luto por um laço de crepe atado junto à lança.
Art. 18. Hasteia-se a Bandeira Nacional em funeral nas seguintes situações, desde que não coincidam com os dias de festa nacional:
I - Em todo o País, quando o Presidente da República decretar luto oficial;
II - Nos edifícios-sede dos podêres legislativos federais, estaduais ou municipais, quando determinado pelos respectivos presidentes, por motivo de falecimento de um de seus membros;
III - No Supremo Tribunal Federal, nos Tribunais Superiores, nos Tribunais Federais de Recursos e nos Tribunais de Justiça estaduais, quando determinado pelos respectivos presidentes, pelo falecimento de um de seus ministros ou desembargadores;
III - No Supremo Tribunal Federal, nos Tribunais Superiores, nos Tribunais Federais de Recursos, nos Tribunais de Contas da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios e nos Tribunais de Justiça estaduais, quando determinado pelos respectivos presidentes, pelo falecimento de um de seus ministros, desembargadores ou conselheiros. (Redação dada pela Lei nº 5.812, de 1972).
IV - Nos edifícios-sede dos Governos dos Estados, Territórios, Distrito Federal e Municípios, por motivo do falecimento do Governador ou Prefeito, quando determinado luto oficial pela autoridade que o substituir;
V - Nas sedes de Missões Diplomáticas, segundo as normas e usos do país em que estão situadas.
Art. 19. A Bandeira Nacional, em tôdas as apresentações no território nacional, ocupa lugar de honra, compreendido como uma posição:
I - Central ou a mais próxima do centro e à direita dêste, quando com outras bandeiras, pavilhões ou estandartes, em linha de mastros, panóplias, escudos ou peças semelhantes;
II - Destacada à frente de outras bandeiras, quando conduzida em formaturas ou desfiles;
III - A direita de tribunas, púlpitos, mesas de reunião ou de trabalho.
Parágrafo único. Considera-se direita de um dispositivo de bandeiras a direita de uma pessoa colocada junto a êle e voltada para a rua, para a platéia ou de modo geral, para o público que observa o dispositivo.
Art. 20. A Bandeira Nacional, quando não estiver em uso, deve ser guardada em local digno.
Art. 21. Nas repartições públicas e organizações militares, quando a Bandeira é hasteada em mastro colocado no solo, sua largura não deve ser maior que 1/5 (um quinto) nem menor que 1/7 (um sétimo) da altura do respectivo mastro.
Art. 22. Quando distendida e sem mastro, coloca-se a Bandeira de modo que o lado maior fique na horizontal e a estrela isolada em cima, não podendo ser ocultada, mesmo parcialmente, por pessoas sentadas em suas imediações.
Art. 23. A Bandeira Nacional nunca se abate em continência.