quarta-feira, 22 de outubro de 2014

TSE suspende propaganda do PT

GUERRA DOS MINUTOS

TSE suspende propaganda do PT em que Lula chama Aécio de "filhinho de papai"



Em decisão liminar, os ministros do Tribunal Superior Eleitoral suspenderam propaganda eleitoral do PT na qual o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria atacado a honra do candidato Aécio Neves, do PSDB. Por unanimidade, o Plenário do TSE determinou a perda de 1 minuto e 50 segundos no bloco da noite desta quarta-feira (dia 22/10) na propaganda televisivaNesse tempo, a “Coligação Com a Força do Povo” deve informar que a propaganda feriu a Lei das Eleições (Lei 9.504/1997).
A reclamação do PSDB alega que a honra de Aécio Neves teria sido atacada “de forma direta, infundada e absolutamente pessoal”, quando Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o comportamento de Aécio “não é um comportamento de um candidato, de alguém que tem responsabilidade; é um comportamento de um filhinho de papai". Na peça, Lula também pergunta “onde estava Aécio quando a Dilma estava presa lutando pela democracia?”.
“Aqui há uma tendência de desconstrução de imagem”, entendeu o ministro Admar Gonzaga, relator do caso, ao aplicar como sanção a perda de tempo equivalente ao dobro do usado na propaganda questionada. Gonzaga fundamentou seu voto no artigo 55, parágrafo único, da Lei das Eleições, e não com base no artigo 53 — que proíbe cortes instantâneos ou qualquer tipo de censura prévia nos programas eleitorais gratuitos —, conforme solicitado pelos representantes. Com informações da assessoria de imprensa do Tribunal Superior Eleitoral.

Fonte: http://www.conjur.com.br/2014-out-22/tse-suspende-propaganda-pt-ofensa-honra-aecio

terça-feira, 21 de outubro de 2014

CARREATA PROL AÉCIO NEVES EM ITABUNA


VOCÊ ACREDITA EM PESQUISA? QUEM ESTA SENDO LEVIANO?


AFINAL. 

QUEM TÁ FALTANDO COM A VERDADE?









Fontes: g1.globo.com/index.html
www.diariodopoder.coBm.br

Em tempo: O apresentador do Jornal da Globo acaba de corrigir divulgação equivocada
da pesquisa eleitoral, por Região, divulgada ontem, 20/10/2014.

21/10/2014 22h22 - Atualizado em 21/10/2014 22h30
TSE corta tempo de propaganda de Dilma por crítica de Lula a Aécio
Em propaganda na TV, Lula pergunta onde estava tucano na ditadura militar.

Gilmar Mendes indagou se autor da crítica 'passou por bafômetro'.

Nathalia PassarinhoDo G1, em Brasília
O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou nesta terça-feira (21) a perda de 1 minuto e 50 segundos da próxima propaganda eleitoral televisiva, no horário noturno, da candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff.
A decisão visa a punir a coligação da petista por um vídeo veiculado no horário eleitoral gratuito que traz um discurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em que ele questiona onde estava o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, enquanto Dilma lutava contra a ditadura militar. O tucano, que nasceu em 1960, tinha 10 anos de idade quando a presidente foi presa, em 1970. Na mesma peça publicitária, transmitida nesta segunda (20), Lula afirma que Aécio é um “filhinho de papai”.


“Quem é essa Dilma? Essa moça foi presa aos 20 anos porque queria a democracia nesse país. Aonde estava Aécio quando a Dilma estava presa lutando pela democracia? O comportamento dele não é um comportamento de um candidato, de alguém que tem responsabilidade, é um comportamento de um filhinho de papai”, diz Lula na propaganda.



·         tira-dúvidas
Por unanimidade, os ministros do TSE entenderam que a propaganda traz “ataques de cunho pessoal” a Aécio e viola o entendimento do tribunal, fixado na semana passada, segundo o qual o horário eleitoral gratuito deve ser usado para debate de ideias e apresentação de propostas.  Além de cortar tempo da propaganda televisiva de Dilma, a Corte proibiu a transmissão da peça publicitária que usa o discurso de Lula.
“Uma coisa é o tom do discurso no comício, outra é a repetição do discurso no horário eleitoral, onde não se está mais no calor do debate, em que o público não é mais o público local, é nacional. Temos que se distinguir aquilo que se fala no calor do comício local e o que é previamente analisado, selecionado pelo marqueteiro e colocado na propaganda eleitoral. Aqui está o que queríamos evitar, o ataque pessoal. O que importa aqui é o ataque à honra, à pessoa do candidato, e eu diria neste caso em baixo nível”, disse o ministro Luís Otávio de Noronha.
saiba mais
Enquanto Noronha apresentava o voto, o ministro Gilmar Mendes fez uma ironia ao indagar se o autor dos ataques a Aécio, na propaganda eleitoral, “passou pelo teste do bafômetro”. “A pessoa que falou isso passou pelo teste do bafômetro?”, disse o ministro fora do microfone, mas alto o suficiente para ser ouvido pelo plenário do TSE e por quem assistia à sessão pela TV Justiça.
Noronha deu uma breve risada e mudou de assunto em seguida, dando seguimento ao julgamento. Ao votar pela suspensão da propaganda da coligação de Dilma, Mendes criticou os grupos armados de esquerda que atuaram durante o regime militar. “Os grupos que se organizaram em lutas armadas não eram lutadores pela democracia, defendiam o modelo cubano, russo ou chinês. É preciso que se diga”, observou. Mais cedo, na mesma sessão do TSE, o ministro afirmou, sem citar nomes, que até pessoas com “problemas reconhecidos de alcoolismo” gozam no Brasil de moral e respeitabilidade no meio político.

Fonte: g1.globo.com/index.html

NOTA DE FALICIMENTO


Geraldo Marcelino dos Santos “Duzinho”
(1º a direita, no desfile do 
Centro Educacional de Ibicaraí)

Geraldo Marcelino dos Santos “Duzinho”

*05/04/1927
+21/10/2014

GERALDO MARCELINO
“Duzinho”

Geraldo Marcelino dos Santos “Duzinho” é filho de João Marcelino e Maria Francisca dos Santos, nasceu em “Palestina”, hoje Ibicaraí, no dia 05 de abril de 1927.
            Seu pai era sapateiro e conhecido como Dudu, daí seu apelido de Duzinho.  
Aprendeu a ler tardiamente, aos 12 anos de idade, com um professor que passou um periódo de 6 meses, na fazenda em que estava sendo criado. Desde esse tempo tornou-se voraz consumidor de vários tipos de  literatura, repassando esse hábito aos filhos, através da compra de livros e enciclopédias cuidadosamente guardadas em seu escritório.
Concluiu o ginásio aos 28 anos, quando acalentou o sonho de formar-se em Direito para ser chamado de “Doutor". Formado em Direito pela UESC, antiga FESPI, trabalhou muito na profissão, servindo as pessoas carentes gratuitamente.  
Trabalhou como bancário, gerente do cinema e locutor da Rádio Jornal. Foi proprietário da rede de lojas de móveis “A Movelar”, com matriz em Ibicaraí e filiais em Itororó, Itapé e Floresta Azul.
Um dos fundadores e ativo participante do Lions Clube de Ibicaraí, membro da subseção da OAB, de Ibicaraí, exercendo vários cargos, inclusive de presidente.
Professor de Inglês do Centro Educacional de Ibicaraí, fundou o jornal “Correio de Ibicaraí”, no dia 22 de outubro de 1967, sendo o segundo jornal mais antigo do interior da Bahia, e o jornal “O Tabu” de Canavieras-BA, o mais antigo em circulação.
Casado com Dilva Marques Freitas Santos há 51 anos, deixou três filhos, Geraldo Marcelino Júnior, Cláudio Marcelino e Marisol.
Alegria e muito bom humor era a sua marca registrada.
Vá com Deus amigo.
Você se foi para o Oriente Eterno, mais a sua obra, o seu exemplo de cidadão, advogado, professor, jornalista, editor, companheiro, filho, pai, avô e amigo ficaram para sempre em nossas vidas.
Aqui na Terra ficaremos tristes.
Os seus antepassados e amigos no Céu, fazem festa para lhe receber.
O sepultamento do seu corpo será hoje às 17 horas, em Ibicaraí.





sábado, 18 de outubro de 2014

30 MOMENTOS EM QUE DILMA E O PT CENSURARAM OU DIFICULTARAM INVESTIGAÇÕES E O ACESSO A INFORMAÇÃO


Vanderlei Violin 18 DE OUTUBRO DE 2014

30 momentos em que Dilma e o PT censuraram ou dificultaram investigações e o 


acesso a informação.


O Implicante traz uma breve lista com 30 dos exemplos mais recentes para 


provar que a realidade é bem diferente do programa eleitoral.

Por Marlos Ápyus


white 15 30 momentos em que Dilma e o PT censuraram ou dificultaram 


investigações e o acesso a informação Kindle.

Dilma asma 524x338 30 momentos em que Dilma e o PT censuraram ou 


dificultaram investigações e o acesso a informação.

Na TV, a campanha petista, apostando na fraca memória do eleitor, 


vem defendendo que tanto escândalo em sua gestão junto ao governo 

federal só tem sido possível graças à liberdade dada por eles para que 

se investigasse todos os casos. Mas o Implicante traz uma breve lista 

com 30 dos exemplos mais recentes para provar que a realidade é bem 

outra. Ou seja, que a fala de Dilma em seu programa eleitoral não passa, 

na melhor das hipóteses, de devaneios de sua equipe de marketing. 

Na pior das hipóteses, de falha de caráter mesmo:

Quando Dilma voltou a defender a regulação da mídia, o que é uma 


forma mais amena de falar em censura.

Quando o governo censurou uma empresa de consultoria de mercado.


Quando o governo pediu a demissão de um analista do Satander por 


críticas ao governo.

Quando o governo censurou o IBGE por pesquisa em que mostrava 


crescimento no desemprego.

Quando o governo pressionou o SBT para que censurasse os comentários 


da jornalista Sheherazade.

Quando Tarso Genro defendeu que 80% do conteúdo de rádio e 


TV deveria sair do ar.

Quando o governo tentou impedir que a imprensa usasse o termo “Mensalão”.


Quando os os gastos secretos da presidência ultrapassaram 


17 milhões em 2012.

Quando o governo desautorizou informações sobre a meta fiscal e cortes 


do orçamento.

Quando Lula vetou a prestação de contas das centrais sindicais.

Quando o governo manteve o sigilo dos gastos com os cartões corporativos.


Quando o governo tornou sigilosos os gastos com investimentos feitos em 


Cuba e em Angola.

Quando o governo tornou sigilosos os orçamentos para a Copa e Olimpíadas.


Quando o governo tornou sigilosos os gastos de Dilma no Exterior.


Quando os gastos de “Rose” foram considerados reservados.


Quando removeram a delegada que apurava ligação de Lula com o mensalão.


Quando barraram na justiça investigação sobre contratos suspeitos da Petrobras.


Quando computadores do planalto alteraram perfis de críticos do governo 


na Wikipedia.

Quando pagaram em dólar para silenciar chatagistas que prometiam soltar 


verdades sobre o governo.

Quando o governo retirou do ar perfil humorista que, diferentemente da 


Dilma Bolada, fazia uma paródia crítica ao governo.

Quando Dilma disse achar um absurdo o TCU paralisar obras superfaturadas.


Quando manobraram tentando evitar que os mensaleiros fossem para 


presídios federais.

Quando Dilma demitiu o diretor da Caixa Econômica por apoio a seus 


opositores.

Quando Lula manobrou para que Dilma não fosse reponsabilizada pelo 


prejuízo em Pasadena.

Quando o governo censurou o IPEA que traria dados negativos sobre 


o governo.

Quando a campanha de Dilma retirou do ar vídeo que mostrava carteiro 


entregando panfletos de Dilma.

Quando Lula se nega a dar depoimento sobre o Mensalão.


Quando Dilma defendeu que não caberia à imprensa o papel de investigador.


Quando o governo alterou dados do PAC para esconder atrasos.


Quando o governo fez da CPI da Petrobras um verdadeiro teatro.


Dilma admite desvio na Petrobras

18/10/2014 17h20 - Atualizado em 18/10/2014 19h28

Dilma admite desvio na Petrobras e diz que busca ressarcimento ao país

'Se houve desvio, queremos de volta. Se houve, não. Houve, viu?', disse.
Ex-diretor da Petrobras preso na Operação Lava-Jato fez delação premiada.


A presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, concede entrevista no Palácio da Alvorada, em Brasília (Foto: Ed Ferreira/Estadão Conteúdo)

A presidente Dilma Rousseff afirmou neste sábado (18) que houve desvio de recursos públicos da Petrobras. A candidata à reeleição pelo PT disse ainda que tomará "todas as medidas para ressarcir tudo e todos".
arte petrobras (Foto: Editoria de Arte/G1)
"Agora ninguém sabe hoje ainda o que deve ser ressarcido. A chamada delação premiada, onde tem todos os dados mais importantes, não foi entregue a nós. Eu até pedi, como vocês sabem. Pedi tanto para o Ministério Público quanto para o ministro do Supremo [Tribunal Federal], Teori Zavascki. Ambos disseram que ainda estava sob sigilo. Agora ressarcir, eu farei todo o meu possível para ressarcir o país. Se houve desvio de dinheiro publico, nós queremos ele de volta. Se houve [desvio], não. Houve, viu?", declarou Dilma Rousseff.
Questionada sobre a inclusão pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa do nome do ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra (morto neste ano) entre políticos que receberam dinheiro desviado da Petrobras, a presidente Dilma afirmou que não acha que ninguém no Brasil tenha "primazia da bandeira da ética".
"O retrospecto do PSDB não lhe dá essa condição. Quem cometeu crime, delito ou malfeito deve pagar por isso. Ninguém está acima de suspeita no Brasil. Quem não cumprir princípios éticos com dinheiro publico, devem pagar por isso. É interessante notar que os vazamentos seletivos acontecem para todos os lados. Isso não é bom. Não vou comemorar nada. O pau que bate em Chico também bate em Francisco. Essa é uma lei", afirmou a candidata do PT.
Durante debate na TV nesta semana, Dilma já havido feito uma pergunta a Aécio sobre a denúncia de que o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, em depoimento ao Ministério Público, havia afirmado que deu propina ao ex-presidente do PSDB para esvaziar uma Comissão Parlamentar de Inquérito destinada a investigar a Petrobras em 2009.
Na resposta, Aécio disse que, pela primeira vez, a presidente reconhecia denúncias de Paulo Roberto Costa, que fez acordo de delação premiada e, em troca de prisão domiciliar, passou a colaborar com a Justiça nas investigações sobre corrupção na Petrobras. "Se a senhora não tem receio, por que seu partido impediu que o senhor Vaccari fosse à CPI"?, disse Aécio, referindo-se ao tesoureiro do PT, que, segundo depoimentos de Costa, também se beneficiou de propinas de contratos.
Dilma Rousseff declarou que, daqui para frente, a não ser que seja informada pelo Ministério Público ou pelo juiz, não tem medida nenhuma a tomar. "Não sei se vocês sabem, mas não é o presidente quem processa. Quem processa são os órgãos, como o Ministério Público, e quem julga é o juiz", afirmou.
Comunicado da Petrobras
Na sexta (17), a Petrobras informou que criou comissões internas para verificar "averiguar indícios ou fatos contra a empresa" relacionados às denúncias relacionadas à operação Lava Jato, e que está estudando medidas jurícidas para ser ressarcida pelos danos sofridos.
As afirmações estão em um comunicado enviado pela empresa à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), em resposta a um pedido de esclarecimento feito pela autarquia por conta das notícias publicadas nos últimos dias sobre o assunto. É procedimento comum à CVM solicitar esclarecimentos sobre notícias que possam afetar as empresas que têm ações negociadas em bolsas de valores.
No comunicado, a empresa apontou que é reconhecida oficialmente pelas autoridades como vítima nesse processo de apuração, e vem prestando esclarecimentos para Polícia Federal, Ministério Público Federal e Poder Judiciário.
Em nota enviada à GloboNews, a Comissão de Valores Mobiliários informou que desde 1988 possui acordo de mútua cooperação e troca de informações com a US SEC, que pode ser acessado por meio do site da autarquia. "A CVM e a SEC têm uma relação muito próxima e trocam informações de maneira bastante intensa e presente, seja por meio de consultas informais (por e-mail ou telefone), seja por meio de solicitações formais, sempre que se faz necessário. Por fim, ressaltamos que a CVM acompanha e analisa as informações e movimentações envolvendo as companhias abertas, tomando as medidas cabíveis, quando necessário. A autarquia não comenta casos específicos."

Paulo Roberto Costa
O ex-diretor Paulo Roberto Costa é um dos acusados na operação Lava Jato, que foi deflagrada no dia 17 de março deste ano em vários estados brasileiros e no Distrito Federal.
A operação investiga um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas que pode ter movimentado cerca de R$ 10 bilhões. Conforme a PF, a organização criminosa era liderada pelo doleiro Alberto Youssef.
Pesquisa
Pesquisa Datafolha divulgada na quarta (15) mostra que 80% dos eleitores brasileiros tomaram conhecimento das denúncias de corrupção na Petrobras. Ainda de acordo com o instituto, 66% acreditam que as denúncias envolvem pagamento de proprina a partidos políticos.
O Datafolha ouviu 9.081 eleitores em 366 municípios nos dias 14 e 15 de outubro. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01098/2014.
Fonte: g1.globo.com/politica/eleicoes/2014